Ex-advogado particular de Trump condenado a três anos de prisão

Marcony Almeida

co

Um juiz federal sentenciou, hoje (12), o ex-advogado particular do presidente Trump, Michael Cohen, a três anos de prisão por crimes financeiros e por ter mentido ao Congresso, enquanto o ex-advogado pediu desculpas por sua conduta, mas também disse que achava que era seu dever encobrir o crime e “ações sujas” de seu ex-chefe.

Cohen fez um pedido de desculpas emocional e lacrimoso ao juiz distrital americano William H. Pauley III, assumindo a responsabilidade por crimes que incluíam violações fiscais, mentindo para um banco e “comprando o silêncio” durante a campanha presidencial de 2016 de mulheres que alegaram relações sexuais com o futuro Presidente.

“Minha fraqueza pode ser caracterizada como uma lealdade cega a Donald Trump”, disse Cohen ao Tribunal lotado, em um pódio onde às vezes ele se emocionava e fazia uma pausa para recuperar a compostura.

O juiz também ordenou que Cohen pagasse quase US$ 2 milhões em penalidades financeiras por seus crimes. Em um processo judicial que não pedia pena de prisão, os advogados de Cohen escreveram que os erros de seus clientes eram produto de sua “lealdade feroz” a Trump e colocaram a transgressão diretamente aos pés do Presidente e de seus conselheiros próximos.

O advogado de Cohen, Guy Petrillo, pediu o juiz para ser indulgente ao que chamou de a coragem de Cohen e “a notável natureza e importância” de sua decisão de cooperar contra Trump.

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