Pesquisa mostra efeitos da vacinação contra o COVID-19

Wilson Smith

AGO

Sem as vacinas para combater a COVID-19 nos EUA os impactos da pandemia seriam muito maiores. Os pesquisadores estimaram que as vacinações até o final do mês passado evitaram mais de 2,2 milhões de mortes e 17 milhões de casos de hospitalizações, além de 66 milhões de possíveis infecções.

“Nossas descobertas destacam o impacto profundo e contínuo do programa de vacinação na redução de infecções, hospitalizações e mortes”, disse o estudo divulgado pelo Commonwealth Fund, uma organização sem fins lucrativos que se concentra na melhoria dos cuidados de saúde, principalmente para pessoas com maior vulnerabilidade social. 

“Redobrar os esforços para aumentar a aceitação das vacinas especialmente entre os idosos e outros grupos vulneráveis, será fundamental para evitar surtos à medida que as restrições da pandemia forem levantadas. Com a disseminação contínua da subvariante BA.2, nossas descobertas apontam para o tremendo poder da vacinação para reduzir a carga de doenças do COVID-19. Isso pode ser ainda mais importante se surgirem variantes mais novas ou a imunidade da população diminuir”, disse o estudo.

Nos Estados Unidos, mesmo com a campanha de vacinação, já se soma 1 milhão de mortes totais por COVID-19. Os pesquisadores também descobriram que cerca de US$ 900 milhões em custos de saúde foram evitados pelas vacinas.

“À medida que o Congresso considera os custos e benefícios de estender a vacinação contra a COVID-19, nossos resultados mostram que continuar vacinando e impulsionando os americanos pode produzir benefícios substanciais à saúde e retornos financeiros para o país”, disseram os pesquisadores.

Os pesquisadores disseram que estavam atualizando as estimativas anteriores para abranger o impacto da onda da variante Omicron que correu pelo país neste inverno e é altamente transmissível.

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