EUA reabrem a fronteira para turistas, inclusive brasileiros

Marcony Almeida

FILE PHOTO: Travelers go through general screening at a security checkpoint at Seattle-Tacoma International Airport in SeaTac, Washington, U.S. April 12, 2021.  REUTERS/Lindsey Wasson

Os Estados Unidos suspenderam as restrições a viagens de uma longa lista de países, incluindo México, Canadá, Brasil e grande parte da Europa, hoje, permitindo que os turistas retornem a visitar o país, e que familiares se reconectem com seus entes queridos, depois de mais de um ano e meio de intervalo por causa do pandemia.

O país está aceitando viajantes totalmente vacinados em aeroportos e fronteiras terrestres, acabando com a restrição imposta pelo COVID-19 que remonta à administração de Trump. As novas regras permitem viagens aéreas de países anteriormente restritos, como o Brasil, desde que o viajante tenha comprovante de vacinação e teste COVID-19 negativo. As viagens terrestres do México e do Canadá exigirão prova de vacinação, mas nenhum teste.

As companhias aéreas esperam mais viajantes da Europa e de outros lugares. Dados da empresa de viagens e análises Cirium mostraram que as companhias aéreas estão aumentando os voos entre o Reino Unido e os EUA em 21% ,este mês, em relação ao mês passado.

A mudança terá um efeito profundo nas fronteiras com o México e o Canadá, onde viagens entre os países eram um estilo de vida frequente, até que a pandemia interrompeu o fluxo de pessoas consideradas não-essenciais.

Para os viajantes aéreos, as companhias são obrigadas a verificar os registros de vacinas e compará-los com os de identidade e, se não o fizerem, podem enfrentar multas de até US$ 35.000 por violação. As empresas também coletarão informações sobre os passageiros para os esforços de rastreamento de contatos. Haverá funcionários do CDC verificando os viajantes quanto à conformidade nos Estados Unidos. Nas fronteiras terrestres, os agentes da Alfândega e de Proteção de Fronteiras verificarão a prova de vacinas.

As mudanças ocorreram em um momento em que os EUA viram suas números de infecções pelo COVID-19 melhorar drasticamente nas últimas semanas, desde o aumento repentino do variante delta no verão, que levou os hospitais à beira do abismo em muitos locais.

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