Em janeiro a América bateu recorde de 11,3 milhões de empregos disponíveis

Wilson Smith

HIRE

De acordo com novos dados do Bureau of Labor Statistics, a falta de trabalhadores nos Estados Unidos está longe de terminar, em janeiro, o país alcançou um recorde de 11,3 milhões de empregos que não foram  preenchidos, as vagas não foram ocupadas por falta de trabalhadores. Esse número superou as expectativas dos economistas ultrapassando inclusive os 11,1 milhões de vagas de emprego não ocupadas em julho do ano passado.

Apesar do novo recorde, as oportunidades de emprego caíram em vários setores, isso se deu por conta do avanço da infecção pela nova variante Omicron do Coronavírus, que de certa forma atrapalhou o crescimento em algumas empresas. Hotéis, restaurantes e bares registraram a maior queda nas vagas disponíveis, seguidos pelo transporte, almoxarifado, utilidades e governo federal.

Por outro lado, serviços profissionais, empresariais, educação e armazenagem foram os que mais ofereceram vagas.

Na última quarta-feira a Pesquisa de Vagas e Rotatividade de Trabalho mostrou que no início do ano o número de contratações e demissões permaneceu inalterado, entre dezembro e janeiro 6,5 milhões de trabalhadores foram contratados, na outra ponta os números mostraram que 4,3 milhões de trabalhadores deixaram seus empregos.

Contudo, a taxa de abandono de empregos melhorou de 3% em dezembro para 2,8% em janeiro. Essas oscilações ocorrem pela busca de melhores salários, este fator tem sido um grande motivador para os americanos mudarem de emprego, já que os trabalhadores estão tentando compensar os preços mais altos em todos os lugares, desde o supermercado até a bomba de gasolina.

 

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