CDC flexibiliza orientações sobre coronavírus

Wilson Smith

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Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) flexibilizaram, hoje (11), muitas de suas recomendações para combater o coronavírus. O CDC está colocando menos ênfase no distanciamento social e a quarentena para pessoas não vacinadas acabou, pois a grande maioria das pessoas já possuem alguma imunidade contra o vírus e provavelmente não ficarão gravemente doentes.

O foco da agência agora está voltado para as populações altamente vulneráveis ​​e em como protegê-las. As novas recomendações que o governo Biden e seus conselheiros médicos definiram são possíveis por estarem com uma população fortemente vacinada, fato que permite um conjunto de diretrizes menos exigentes. “As condições atuais desta pandemia são muito diferentes dos últimos dois anos”, disse a epidemiologista do CDC Greta Massetti em uma entrevista para repórteres.

Um relatório divulgado pela agência explicando as revisões das orientações disse que as circunstâncias mais favoráveis ​​permitem que as autoridades de saúde pública se concentrem em “Medidas sustentáveis ​​para reduzir ainda mais doenças clinicamente significativas, bem como minimizar a pressão sobre o sistema de saúde, reduzindo as barreiras sociais, educacionais, e atividade econômica”.

Mas, a revisão das orientações traz algum risco, de acordo com especialistas em doenças infecciosas: pode acontecer outra onda de casos no outono e inverno, ou o surgimento de uma nova variante do coronavírus e também pode dificultar a capacidade da agência de reimpor diretrizes mais rígidas.

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