O Presidente Donald Trump demitiu sua controversa secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, hoje, e anunciou planosbriney para substituí-la pelo senador Markwayne Mullin, de Oklahoma, após ela ter sido interrogada por parlamentares republicanos em audiências no Congresso sobre diversos assuntos, incluindo seu conhecimento de um lucrativo contrato de publicidade.
Trump anunciou a mudança nas redes sociais, juntamente com uma nova função, até então inexistente, para Noem: enviada especial para o Escudo das Américas, que, segundo ele, será uma nova iniciativa de segurança para o Hemisfério Ocidental.
Trump é próximo de Mullin, um republicano, e conversa com ele regularmente.
Noem — a primeira integrante do gabinete a ser demitida no segundo mandato de Trump — estava entre as figuras-chave do governo na implementação de seu programa de deportação em massa, que ele promoveu agressivamente durante a campanha e que foi fortemente influenciado por Stephen Miller, um dos principais assessores da Casa Branca.
Mas seu mandato foi marcado por uma série de controvérsias, e seu destino foi alvo de especulações entre os aliados dump por várias semanas. Na quinta-feira, o presidente contradisse as declarações que Noem fez sob pena de perjúrio em sua audiência perante uma comissão do Senado: que Trump havia aprovado uma campanha publicitária sobre segurança na fronteira com a participação da secretária.
“Eu nunca soube de nada disso”, disse o Trump à agência de notícias Reuters. Noem tem sido alvo de críticas de parlamentares em relação à campanha, na qual o governo gastou US$ 220 milhões. A empresa responsável pela campanha tinha ligações com o marido da ex-porta-voz da secretária.










