Trump intensifica ataques a imigrantes na reta final da campanha eleitoral americana

Marcony Almeida

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O argumento final do Presidente Trump na semana que antecede as eleições americanas é claro: construir cidades de tendas para migrantes; acabar com a cidadania ameicana dos filhos de indocumentados;  tema a caravana de imigrantes que está a caminho; envoi de tropas do exército para a fronteira; recusar asilo; atirar com arma de fogo nos imigrantes que joguem pedras ou tentem agredir as tropas na fronteira com o México.

A imigração tem sido a questão animadora da presidência do Trump, e agora – com a possibilidade de que os republicanos possam enfrentar perdas significativas nas eleições de terça-feira (6) – o presidente abraçou totalmente uma mensagem sombria e anti-imigrante na esperança de motivar o medo dos eleitores e rejeitar os democratas.

Em um discurso confuso na tarde de ontem, repleto de falsidades e promessas vagas de enfrentar uma “crise” na fronteira, Trump usou o pano de fundo oficial da Casa Branca para intensificar seus esforços para demonizar uma caravana de centro-americanos que vem percorrendo o México, atacando democratas e promovendo uma visão de um país que estaria em melhor situação com menos imigrantes.

O Presidente disse que ordenou que as tropas respondessem a quaisquer imigrantes na caravana que atirassem pedras como se estivessem usando armas de fogo, dizendo: “Eu disse a eles: considere um fuzil”. Ele disse que seu governo já começou a construir “cidades gigantescas” de tendas” para prender imigrantes legais e ilegais que tentam entrar nos Estados Unidos.

As eleições de terça-feira vão decidir o controle do congresso americano, além de governadores de estados, e deputados e senadores estaduais. Será o grande teste para saber se os eleitores americanos estão ou não de acordo com o estilo e governo de Donald Trump.

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