Promotora de Boston quer prevenir Imigração nas Cortes

Marcony Almeida

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A Promotora da região de Suffolk, Rachael Rollins, provocou a ira do Departamento de Imigração americana, ontem (25), depois de divulgar um memorando detalhado seu compromisso em garantir que as pessoas possam comparecer às audiências nas cortes “sem medo ou interferência de autoridades de imigração civil”.

O memorando de 65 páginas afirma que se um membro da equipe de Rollins encontrar as autoridades federais de imigração, incluindo oficiais do ICE ou do Departamento de Segurança Interna, prendendo ou questionando pessoas que devem comparecer às cortes, dentro ou perto da “áreas públicas de qualquer Fórum na região Suffolk”, devem informar a ela, seu primeiro assistente ou seu advogado geral. Suffolk é a região de Boston, Chelsea, Revere e Winthrop.

Rollins também disse que os promotores-assistentes começarão a considerar “em todas as decisões legais e condenação o potencial das consequências imigratórias do envolvido”. “Todas as pessoas que são prejudicadas, independentemente da origem nacional, devem receber acesso total, igual e livre à justiça”, afirmou o memorando. “Matérias criminais locais sempre substituem questões civis federais, e este escritório está empenhado em garantir que todas as partes com problemas civis ou criminais, diante de nossos tribunais no condado de Suffolk, possam chegar a cada uma de suas audiências sem medo ou interferência das autoridades de imigração civil”.

Isso provocou uma forte repreensão de Todd M. Lyons, diretor do escritório do ICE, responsável pelas operações de fiscalização e remoção de imigrantes em Boston. “As tentativas de promover um medo geral ou suspeita de policiais é uma abordagem contraproducente e muito equivocada para a justiça criminal”, disse ele em um comunicado. “Assim como outros membros da lei que trabalham no condado de Suffolk, os homens e mulheres do ICE têm uma missão específica que eles juram defender e realizam essa missão com grande integridade e honra”.

“Espera-se que a Promotoria concentre sua atenção mais nas alegações dos acusados ​​de atividade criminosa do que nos homens e mulheres da lei que protegem corajosamente nossas comunidades todos os dias”, acrescentou.

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